Aparelho fixo metálico
É o tratamento clássico: braquetes de aço colados nos dentes e um fio que guia o movimento. Tem a melhor relação entre custo e previsibilidade e dá conta tanto de pequenos desalinhamentos quanto de casos que exigem grandes correções de mordida.
Exige ajustes mensais e uma higiene mais cuidadosa, com escova interdental e fio passado com passa-fio. Nas primeiras semanas é comum sentir a boca estranha; isso passa.
Aparelho autoligado
Os braquetes têm uma portinhola que prende o fio sem borrachinha. Isso reduz o atrito, deixa o movimento mais suave e, em muitos casos, permite consultas mais espaçadas — algo que ajuda quem tem rotina apertada.
É mais confortável de higienizar, já que não acumula placa nas borrachinhas, e costuma ter investimento maior que o metálico convencional.
Aparelho estético (porcelana ou safira)
Mesmo princípio do aparelho fixo, com braquetes translúcidos ou na cor do dente. De longe, quase não se percebe. É a escolha de quem precisa do aparelho fixo, mas trabalha muito com o público ou não quer o brilho do metal.
Pede atenção com café, chá preto, vinho e molhos escuros para não pigmentar a resina que fixa os braquetes.
Alinhadores transparentes (Invisalign e Sousmile)
São placas removíveis e transparentes, trocadas a cada uma ou duas semanas, planejadas digitalmente — você vê a simulação do resultado antes de começar.
Você tira para comer e para escovar, o que facilita muito a higiene. Em troca, o tratamento depende de disciplina: os alinhadores precisam ficar na boca de 20 a 22 horas por dia.
E depois do aparelho?
Nenhum tratamento acaba na retirada do aparelho. As contenções — fixas atrás dos dentes ou removíveis — são o que mantém o resultado. Abandoná-las é a principal razão pela qual dentes voltam a se mover anos depois.
